Onde guardar recordações de viagem

maio 13, 2013 em Utilidades

lembranças de viagem

Além das fotos, como recordações de viagem guardamos os cartões de embarque, tíquetes de metrô e ônibus, mapas, material de atrações que visitamos, cartões-chave de hotéis, algumas notas de compras e restaurantes, revistas do lugar, enfim, uma papelada danada que já nos deixou com as malas no limite do peso – claro que fazemos uma boa triagem, mas quando já estamos em casa :)

E, de preferência, cada viagem é guardada dentro de uma embalagem especial. Uma sacola de supermercado do lugar (mas as de papel, não as comuns de plástico), de uma loja legal ou, quando o material é pouco e pequeno, em embalagens de algo que compramos na viagem.

E olhem só onde estão os recuerdos das nossas três viagens a Buenos Aires:

lembranças de viagem

Cartões de embarque, mapas, tíquetes, recibos de entrada em atrações, contas de restaurantes, enfim, lembrancinhas devidamente organizadas em caixas de alfajores.

lembranças de viagem

E rever esse material é uma excelente forma de reviver a viagem.

E vocês? Onde guardam essas miscelâneas de viagem? Vocês guardam, não?

Dois restaurantes e uma lição

maio 8, 2013 em Anaheim, Califórnia, Disneyland California, Estados Unidos, Nova York, Restaurantes, Utilidades, Viajando com crianças

Hoje vamos contar dois casos que aconteceram conosco em duas viagens diferentes. Um que deu certo e outro que nos deixou uma boa lição.

Após um dia de Disneyland California e algumas compras voltamos ao hotel e decidimos jantar em um restaurante próximo que havia nos chamado atenção, o Millie’s Restaurant & Bakery, com comida da Louisiana.

Foto: Trekaroo.com

Entramos e estava vazio. Não um sinal muito bom, mas relevamos. A hostess nos levou à mesa, nos entregou o cardápio, disse que já voltaria para pegar nosso pedido de bebidas – e desapareceu. Isso mesmo. Esperamos uns dez minutos e nada. Ninguém veio ver se precisávamos de algo. Mais um tempinho, nos levantamos e fomos embora. Ninguém para nos impedir de sair, ou, ao menos, perguntar por que razão. Entramos no carro e estacionamos ao lado, em um Mimi’s Café, onde já havíamos comido duas vezes. Achamos tão bom que foi nossa terceira!

Esse episódio foi o que deu certo.

Agora o que nos rendeu uma boa lição.

Em Nova York, no Chelsea Market ficamos tontos de tantas opções para almoçar. Tailandês baratinho, lagosta por 15 dólares e um outro restaurante bonitinho cujos pratos chamaram a atenção da Andrea, o The Green Table.

chelsea mkt-1

Não é a toa que muita gente estava optando pela lagosta

Entramos, sentamos e recebemos o cardápio. A garçonete já havia trazido água e ainda não havíamos achado algo que realmente quiséssemos experimentar. A Andrea sugeriu que fôssemos embora, mas relutei. Achei que seria uma grosseria, especialmente por já estarmos  sendo atendidos.

Pedimos uma tábua de queijos, afinal não estávamos com tanta fome assim, e um Mac and Cheese para a Isabella. Na nossa cabeça a tábua de queijos era parecida com a que havíamos comido na Viña Casas del Bosque e havia substituído o almoço de três adultos e uma criança. Mas não. Estávamos enganados. MUITO enganados. Quando chegou nos espantamos. Aquilo era uma tábua de queijos ou uma amostra grátis? E os queijos nem eram tão bons assim. Mau humor afeta o paladar?

Tábua de Queijos

O que imaginávamos

The Green Table Chelsea

A realidade

E o Mac and Cheese? Lindo, mas com queijo de cabra e pimenta. Sim. Pimenta. O suficiente para que a Isabella recusasse. A falha foi nossa, reconhecemos.

chelsea mkt-3

A essa altura (meu) mau humor reinava, não pelo pedido completamente errado, mas por não ter aceito a sugestão de levantar e ir embora. E quando a conta chegou? 40 dólares para uma garrafa de água, uma limonada, três pedaços de queijo e uma mini porção de Mac and Cheese. Dá pra imaginar…

Saímos dali e a Isabella ganhou um picolé de chocolate. Bem grande! E nós um chocolate quente do Jacques Torres – indicação do pessoal do Suba na Garupa.

Aos poucos o humor foi melhorando, ficando a lição de que, se não gostarmos do restaurante ou cardápio, o que há de melhor a fazer é pedir a conta do que já foi consumido e ir embora! Pode ser feio, grosseiro e fazer com que o garçom nos odeie, mas, no fim das contas, estamos gastando muito para fazer/comer algo que não nos agrade.

Por isso, desculpem colegas turistas se denegrirmos sua imagem em algum restaurante pelo mundo, mas não deixaremos que isso aconteça novamente conosco!

E aí? Já passaram por alguma situação parecida? Ficaram ou tiveram coragem de ir embora? Contem pra gente!

Chicago – onde ficar, comer e transporte

maio 6, 2013 em Chicago, Estados Unidos, Hotéis, Preparativos, Restaurantes, Utilidades

Este post traz dicas de onde ficar, comer e como se locomover em Chicago, que como já deu pra notar, é uma das nossas cidades favoritas nos Estados Unidos.

Onde ficar:

- Raffaello - Nós queríamos ficar hospedados na região da Magnificent Mile ou Gold Coast e restringimos as buscas  naquela área, mas a média de preços dos hotéis estava bastante acima do que queríamos pagar. Procura aqui, procura lá e encontramos o Raffaello com um bom desconto. Fomos ao Tripadvisor, onde encontramos boas referências e acabamos fazendo a reserva. O hotel que fica ao lado do John Hancock Center foi reformado recentemente. Os quartos são espaçosos, possuem microondas, cafeteira e frigobar. Ótimo atendimento. E a região, não poderia ser melhor! chicagoraffaello.com

- Hostelling International Chicago: nossa dica vai na carona do pessoal do Esse Mundo é Nosso que se hospedou lá e  contam aqui o que acharam.

Chicago o nde ficar comer transpote

raffaello lobby

Foto www.chicagoraffaello.com

raffaello room

Foto www.chicagoraffaello.com

Onde comer:

- Foodlife: Já falamos deste restaurante com quatorze cozinhas distintas. Vale a pena conhecer.

Foodlife

- Foodease: Lá comprávamos a comida pronta e levávamos para o hotel – muitas opções, extremamente gostosas. O bufê de saladas nos ajudou a superar a tristeza de não ter ido a um Sweet Tomatoes - foodeasechicago.com

Chicago o nde ficar comer transpote

- MBurguer: com hambúrgueres excelentes e entre os melhores dos EUA, na nossa modesta opinião - mburgerchicago.com

Isabella e seu M Burguer - Chicago

- WOW BAO que serve os baos – pãezinhos chineses recheados, de dar água na boca só de lembrar! - wowbao.com

Chicago o nde ficar comer transpote

Todos estes acima ficam no Water Tower Place, mas o Foodease e o Mburger também podem se encontrados em outros locais.

- Yolk: para o café da manhã com todas aquelas maravilhas tipicamente americanas. Nós fomos no que fica em Streeterville, pertinho da Magnificent Mile – eatyolk.com

Chicago o nde ficar comer transpote

- America’s Dog: cachorro quente de tudo que é jeito, cada um com ingredientes típicos das cidades que lhes dão os nomes – e até sem salsicha(!). Nós experimentamos no Píer, mas também estão em outros endereços - americasdog.com

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Transporte:

Caminhamos muito, fomos passageiros freqüentes dos ônibus, usamos pouco o metrô e ficamos longe dos táxis. Apesar de ser uma cidade grande, Chicago não tem uma rede de metrô comparável à de Nova York, por isso o uso do ônibus. Compramos um cartão para uso nos ônibus e metrô, pois assim não precisávamos andar com o troco certo – os ônibus nos EUA não têm cobrador e não dão troco. Para ver trajetos e horários recomendamos o site da CTA que dispõe de vários Apps. Nós usamos o ETAchicago, que dá a previsão de em quanto tempo o próximo ônibus chega à sua parada – se ela não tiver o mostrador. Vimos várias pessoas usando-o e também pudemos conferir que funciona mesmo! Para planejar o percurso, usávamos o HOP Stop.

Chicago o nde ficar comer transpote

Chicago o nde ficar comer transpote

Bem, pra não dizer que ficamos completamente longe dos táxis, usamos o serviço do Chicago Water Taxi – que nos proporcionou um passeio muito legal pelo Chicago River.

Ah, e todas as dicas foram aprovadíssimas pela Isabella, que aos 5 anos disse que a cama do hotel em Chicago era melhor que o sofá que ela ganhou para dormir em Nova York e que os restaurantes do Water Tower Place eram os melhores da cidade :)

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Organic Baby – comidinha 100% orgânica

março 8, 2013 em Pratos para crianças, Utilidades

A um tempo atrás, o pessoal da Organic Baby nos enviou, como presente, um kit de comidinhas para conhecermos seus produtos. Embora a Isabella já tenha passado faz tempo da fase de comer papinha de bebê, ela gostou bastante de várias  opções, especialmente a feijoada vegetal, o risotto de quinua e a sopinha superverde – tudo 100% orgânico.

Organic Baby

Nós também experimentamos e aprovamos, pois nos preocupamos com o que consumimos aqui em casa, como o caso do iogurte, e do pão de hambúrguer, que nós mesmos fazemos.

Prático e com uma identidade visual muito legal.

Organic Baby

Organic Baby

A empolgação em experimentar nos fez esquecer das fotos dos pratos servidos :oops:

Fica aí a dica para os pais de Porto Alegre.

Obrigado Cesar, Aline e equipe.

* Este post reflete nossa experiência com os produtos da Organic Baby e, além de uma dica para nossos leitores, é uma forma de agradecer o mimo recebido, portanto não o enquadramos na categoria post patrocinado.

Viajando com crianças: nem tudo é um mar de rosas

fevereiro 13, 2013 em Utilidades, Viajando com crianças

Flickr - dfinnecy

Flickr – dfinnecy

Viajar com os filhos é maravilhoso – já temos vários posts aqui no blog que comprovam isso :)

Mas que família viajante nunca passou por uma situação que deu vontade de pegar as malas e ir embora pra casa? Ou colocar o filho ou filha de castigo até o final da viagem?

seandreilinger (CC BY-NC-SA 2.0)

Flickr – seandreilinger

Com a gente já aconteceu algumas vezes…

Uma que lembramos até hoje e damos algumas risadas foi quando estávamos no Enotel, em Porto de Galinhas, em 2010. Parecia um café da manhã normal, até que a Isabella (na época ela tinha 3 anos) resolveu aprontar e começou a fazer birra por tudo. Acabou levando xingão do Luciano (Andrea narrando a história) e não é que ela pegou a comida que estava no prato e jogou nele?! Sem pensar duas vezes o Luciano pegou-a no colo e discretamente (se é que ainda era possível sermos discretos) subiu com ela para o quarto, e eu continuei o café da manhã, como se nada tivesse acontecido, para depois trocar de posto com ele. Nem preciso dizer que fui fulminada por vários olhares do tipo: Como é que ela consegue comer depois do que aconteceu? Ou: Mãe desnaturada!

O que fazer numa situação dessas? Nesse dia, a Isabella perdeu 1 hora (ou até menos) de piscina e depois agimos normalmente, como se nada tivesse acontecido.

Será que tomamos a decisão certa? Em uma viagem, devemos ter a mesma rigidez com os filhos como fazemos em casa? Ou devemos ser mais permissivos?

dfinnecy (CC BY-NC-SA 2.0)

Flickr – dfinnecy

Nossa opinião é de sermos mais tolerantes, até porque, quando estamos de férias queremos relaxar, curtir e, também, cada minuto é bastante caro, então quanto menos tempo perdermos com situações desagradáveis, melhor. Por essas razões, relevamos muitas coisas e sempre dizemos para a Isabella: É melhor te comportar, pois as férias vão terminar!

Mas e se a situação chegar a um ponto próximo à perda de controle? Achamos que o melhor a fazer é mudar de ambiente, para cessar a causa do estresse e acalmar a criança – e os pais :D antes que o caos se instale.

E vocês, já passaram por alguma situação parecida? O que fizeram?