Sobre

Sobre os viajantes/cozinheiros

Ela (Andrea) iniciou suas atividades na Capital gaúcha. Os destinos, ditados pelos fundadores, eram estaduais e nacionais. Os internacionais vieram logo em seguida, e em sucessão: Orlando, Los Angeles, Santa Barbara e Las Vegas. Mais tarde estabeleceu sede na Califórnia (andou por boa parte do oeste americano). Voltou a Porto Alegre. Foi a Minas e Buenos Aires. Desde pequena fazia incursões na cozinha. Brigadeiro, bolos, biscoitos, tortas de sorvete… enfim, doces eram, e ainda são, sua especialidade.

Ele (Luciano) iniciou suas atividades na Serra Gaúcha. Por algum tempo os destinos foram apenas regionais e desde pequeno sempre adorou a comida da Nona. Acompanhado do fundador desbravou destinos e pratos pelo Brasil. Viu a possibilidade de expansão com mudança de base para o exterior. Estabeleceu-se por um ano no Michigan (andou por boa parte do leste americano) quando foi apresentado não somente a hambúrgueres e batatas fritas, mas a  temperos e receitas do mundo todo.  Voltou ao Brasil e trocou a Serra pela Capital.

Então se conheceram. Os interesses mútuos levaram a uma parceria. Primeiramente a Santa Catarina e Serra Gaúcha. O compartilhamento de rotas funcionou muito bem e subir a serra ou pegar a freeway era cada vez mais agradável, entretanto o code-share na cozinha ainda era um pouco complicado (ainda não tinham uma para chamar de sua).

                          

Três meses depois criaram uma aliança visando uma fusão que não demorou muito para ser concretizada. Dez anos de muito sucesso incluíram Nova York; Estados Unidos de trem (costa a costa, pelo sul); Buenos Aires; Montevideo com Punta; Cruzeiro no Caribe; Rio de Janeiro e Búzios; Santiago do Chile; Roma, Florença, Veneza e Paris; Foz do Iguaçu; Aparados da Serra e cruzeiro no Mediterrâneo. Com cozinha própria, o desenvolvimento gastronômico foi ímpar.

                          

Após esses 10 anos, não foi o apagão aéreo nem a saída da Varig da Star Alliance que fez com que cancelassem a viagem marcada com milhas para o Canadá. Por mais contraditório que possa parecer, foram os planos de expansão. Tudo estava muito bom, mas viram que tinham potencial, e vontade.

                         

Em 2006 começou o desenvolvimento de uma pequena subsidiária (Isabella) que, mesmo enquanto esperava para nascer foi apresentada a inúmeros temperos. Ela começou a ver o mundo no início de 2007 e logo recebeu seu primeiro passaporte – e cartão de milhagem. Aos sete meses cruzou o Atlântico para fazer o Leste Europeu, mas não foi lá que experimentou seu primeiro Goulash. Nos dois anos seguintes, voou às principais capitais do Mercosul (Buenos Aires, Montevideo e Santiago), ao nordeste (Maceió e Porto de Galinhas) e a Orlando, sempre adorando tudo, especialmente os sorvetes, as empanadas, as tapiocas, os playgrounds e as piscinas.

Para não perder a concessão da rota, em 2010 foram duas vezes a Buenos Aires. Em 2011 foi a vez de retomar os vôos de longo alcance. A California foi um excelente destino, revisitando a base familiar lá existente, passando por novos lugares e tendo ótimas experiências, sempre buscando provar os clássicos da mesa americana.

Aproveitando uma promoção para emitir passagens com valor reduzido de milhas acabam de voltar de Santiago, tendo o terceiro/segundo carimbo de entrada ao Chile nos passaportes.

                          

A pequena subsidiária, que a essa altura já demonstrou ter o gene nômade e o responsável pelo paladar em pleno funcionamento, não terá autonomia sobre seus destinos por um bom tempo, ainda, mas já começa a escolher o que quer comer.

Os três estão adorando cada fase, viajando e cozinhando em família, bem como o fato de cada destino e cada receita ter sua peculiaridade, com coisas novas a descobrir e experimentar. Estão com o planejamento para irem a novos destinos, ou para revisitarem os favoritos sempre aberto, junto a livros e blogs, tanto de viagem quanto de receitas. Os próximos destinos? Santiago mais uma vez para ver a neve? Londres? Nova York? Praia? Vamos ver (e rever) tudo, tendo como acompanhamento receitas de dar água na boca!

Bem vindos. Puxe uma cadeira e fique a vontade para participar da conversa – entre malas e panelas.

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Por que Malas e Panelas?

Por que Malas e Panelas?

Neste espaço queremos compartilhar um pouco das nossas viagens, passadas e futuras,  mostrar os lugares que visitamos e dar nossa impressão sobre cada um.

Também queremos mostrar o quanto é legal acompanhar (e ser acompanhado por) um filho nas descobertas do (e pelo) mundo, bem como dividir os bastidores de se viajar com crianças, ou seja, o planejamento, a preparação e  as preocupações.

Por isso, as malas.

E as panelas?

Viajamos mais do que podemos e menos do que gostaríamos, mas resolvemos esse problema, de certa forma, na cozinha. Lá são outras tantas viagens que fazemos sem depender de táxi, aeroporto e do tempo. É assim que nossas papilas gustativas matam a saudade de algum lugar ou vão descobrindo outros tantos.

Então, é mostrando um lugar que visitamos (ou queremos visitar) e uma comida a ele ligada que tentaremos compartilhar  nossas experiências de viajantes/cozinheiros. Teremos posts combinados, mas às vezes poderão ser de forma individual, ou seja, um post sobre viagem, ou um post com uma receita. Ah, teremos outras receitas também, sem ligação a uma viagem.

As fotos que ilustram (e ilustrarão) os posts são de nosso arquivo pessoal.  Nossa vontade é de mostrar tudo o máximo possível, mas sem ficar repetitivo e, assim como o texto, não poderão ser utilizadas sem que seja mencionada – de forma expressa – a origem, com nome do Blog e o respectivo link.

Cintos afivelados e talheres a postos?

 

2 pensamentos sobre “Sobre

  1. Muito simpática essa apresentação de vocês. E já vi que somos conterrâneos. Sucesso ao blog!